Nutrólogo João Curvo dá dicas para quem exagerou na comida



Este vídeo mostra três opção interessantes para quem exagerou no natal... uma saladinha colorida, um suco e uma sobremesa. Ainda não experimentei. Mas vou fazer em breve. Se você já tentou uma das receitas, diga aqui o que achou!

Mensagem de Ano Novo

Falta bem pouquinho para o final do ano!
Tempo de muitos sonhos, expectativas, listinhas, promessas, desejos.

Você já fez o balanço do seu ano, já traçou suas metas para 2010?

No balanço do meu ano, tiveram alguns tropeços, mas principalmente coisas muito boas:

novos amigos, trabalhos bacanas, parcerias legais, então nada mais justo que agradecer.

Se você recebeu esse e-mail, além de felicitação de ano novo, saiba que ele diz obrigada

por você estar presente nesta lista de realizações e boas recordações.

Para 2010, eu te desejo sonhos, alegria, objetivos. Eu te desejo paz no coração e brilho nos olhos.

Nos falamos no ano que vem!



Beijos grandes!


A repercusssão dessa mensagem foi tão gostosa, que resolvi postá-la aqui e eternizá-la. Recebi muitas respostas, muito carinho de pessoas que não falava a algum tempo! Isso também é novidade, também faz parte dessa fase que o casulo está sendo desfeito. Então ... inspire-se!

Meu primeiro natal vigilante















Eu e o maridão, no meu primeiro natal light. Lancei na família o projeto "Natal light, sem desperdícios". Tivemos uma ceia maravilhosa, simples, com três pratos principais: o frangão da família (chester), decorado com tomatinhos cereja e cebolas pequenas, ao invés dos fios de ovos ou da calda açucarada de pêssego, um lombinho sequinho e delicioso, que foi ao formo intercalado com fatias de abacaxi (também sem calda), arrozinho, farofinha de ovo, saladinha de batata com maionese light, saladinha de bacalhau, levinha, levinha. Procuramos evitar que as nozes ficassem muito na nossa mão. Um punhadinho de nozes, ameixas secas e damasco, que pontuam pouquinho. Sobremesa, resisti bravamente ao panetone e a rabanada, mas o pavê da mamãe... não resisti e peguei uma porçãozinha. Uma tacinha de vinho... e muita coca-cola light! Foi ótimo!
Ho, ho, ho!

Minha orientadora!

Nesse processo de transformação, algumas pessoas estão sendo muito, muito importantes. Nada mais justo do que homenageá-las! Essa aí do lado é a Gilza, minha coordenadora. Uma pessoa super carinhosa, que tem ajudado a não desistir no meio dos tropeços e quando as dificuldades vêm. Andou longe, curtiu férias merecidas, e está de volta!

Junto dela, apresento a FIFI, nossa balança, que acompanha todo o processo desde o primeiro dia. Uma das coisas do programa, é procurar se pesar apenas nas reuniões. Ela nos diz nosso progresso e na hora das dificuldades, e o que precisamos fazer para continuar buscando o sonho da liberdade, das pazes com a auto-estima, do peso ideal.

Ps. A fifi e a Cris autorizaram a colocação de sua fotinho aqui.

Que venha o natal!

1. Se a ceia vai ser na sua casa
  •  Procure opções que agradem os convidados, sem se prejudicar. Pode-se escolher ou carne de porco, ou tender, ou chester ou bacalhau, por exemplo, não há necessidade de ter 'tudo ao mesmo tempo sobre a  mesa'. Uma carne, um presunto e seus acompanhamentos, talvez. 
  • Compartilhe a ideia de um natal mais leve, e com menos desperdício de comida. Faça porções menores, de acordo com seu número de convidados. Evite as grandes sobras de alimentos.  
  • Quando comprar as coisas para a ceia, não esqueça de incluir na lista embalagens de quentinha, para distribuir os quitutes para os convidados, principalmente os da família.
  • Sobrou muita coisa? Não tenha vergonha de distribuir a comida, para os convidados, para os funcionários do prédio, ou chamando os amigos e familiares para  o 'enterro dos ossos' nos dias posteriores ao natal.
  • Rabanadas? Você pode ir na casa da vizinha e comer algumas, fazer em menor quantidade, ou substituir a receita por um de forno ou cozida em calda (ver em "Receitas" uma sugestão).
  • Existe no mercado algumas opções interessantes, como 'pêssego em calda light', panetone light, mas vale a pena vigiar, para ver se a troca vale realmente a pena.
2. Se a ceia vai ser na casa de outras pessoas:
  • Procure conversar com os donos da casa, para saber qual será o cardápio, veja se dá para negociar alguma coisa, se dá para incluir opções mais saudáveis, refrigerantes lights, sucos e água;
  • Faça um lanchinho antes de sair de casa, essa estória de ficar o dia inteiro sem comer para compensar à noite acabou!
  • Separe os pontinhos da ceia, planeje o que você vai comer;  
  • Ao montar seu prato, procure um volume de comida que te satisfaça, pratinho comedido, se você quiser, poderá repetir depois... com cautela!
Natal é data de juntar a família, de brincar, conversar, de presentear os seus com abraços, de dar um pulinho na casa dos vizinhos. É tempo de festa, de diversão, de fé, de oração. A ceia é apenas mais uma comemoração, não é a única coisa boa da noite. Bom natal!

Dezembro, mês complicado...

As festas estão chegando! Quem nunca falou assim do mês de dezembro? Embora tenham festas o ano todo, para este mês são reservadas as confraternizações de trabalho, academia, igreja, colégio, as grandes ceias de natal e ano novo, os churrascos, a correria atrás de presentes, e dos enfeites para o natal, milhões de coisas para resolver para aquela tão esperada viagem com a família e todas as comemorações de final de ano.

Na correria, o cuidado com as escolhas na hora de comer vai ficando de lado, o exercicio vai sendo substituído pela lista de tarefas que têm de ficar prontas até o ano novo. Temos conversado muito sobre isso nas "reuniões de emagrecimento". Muita gente deixa de ir às reuniões nesse período, pelos mais diferentes motivos, por isso resolvi copilar o que temos falado por aqui...

1. Compartilhar com o grupo é muito importante, todos temos momentos de desânimo;
2. Se dezembro não é tempo de dieta, é época de vigilância, de prestar atenção no que estamos comendo;
3. 'Vou chutar o balde e deixar para o ano que vem!' Armadilha... vigiando, aprendemos a lidar com as situações difíceis, como a ceia, ao invés de fugir delas.

Estudo revela como cumprir as resoluções de ano novo

Um estudo divulgado no jornal britânico "The Guardian", revelou o que as pessoas devem fazer se querem concretizar suas resoluções de ano novo. Segundo a pesquisa, liderada pelo psicólogo Richard Wiseman, da University of Hertfordshire, a maioria das pessoas não consegue cumprir suas resoluções de ano novo por usar estratégias que não funcionam para tentar alcançar seus objetivos.

Mas mudar essas estratégias, optando por exemplo por dividir o objetivo final em uma série de pequenos objetivos e se dar uma recompensa a cada passo, aumenta as chances de sucesso, diz o estudo.

Wiseman disse que as técnicas mais bem-sucedidas tendem a ser aquelas onde a pessoa faz um plano e tenta ajudar a si própria no alcance do seu objetivo.


Segredo do Sucesso

Aqueles que conseguiram colocar em prática suas resoluções, além de dividir o objetivo final em passos menores e dar a si próprios recompensas, usaram estratégias como compartilhar seus planos com amigos, focar a atenção nos benefícios alcançados e anotar seus progressos em um diário.

As chances de sucesso para os que planejaram uma série de objetivos menores foram de 35%.

Já entre os que adotaram as cinco estratégias acima, as probabilidades de sucesso aumentaram para 50%.

Outras estratégias que ajudaram as pessoas a realizar seus planos foram tomar uma única resolução de cada vez e tratar recaídas ocasionais como escorregões momentâneos, concluiu o estudo.
 
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u672000.shtml

Inclua o picolé no seu cardápio


O picolé é vendido em qualquer lugar e faz o maior sucesso no verão. Além de saboroso e refrescante, o sorvete de palito é uma excelente opção para o lanchinho da manhã ou da tarde e ajuda a manter o corpo hidratado nos dias de altas temperaturas. "Os picolés de fruta, por exemplo, são excelentes alternativas para substituir os sorvetes cremosos. Além de não ultrapassarem mais de 60 calorias, são também considerados fontes importantes de hidratação", explica a nutricionista do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen), Amanda Epifânio.

Mas, se você ainda acha que o picolé é apenas um quebra-galho pra quem não pode tomar o sorvete cremoso, surpreenda-se com todos os benefícios (e receitas!) da guloseima no palito:

1. É refrescante
O picolé é uma das opções mais simples e gostosas para se refrescar no verão. "A dica para quem quer se refrescar é escolher os sabores de frutas cítricas. Além de pouco calóricos, eles aumentam mais a sensação de frescor", explica a nutricionista. "Depois do de limão, que é o primeiro do ranking dos mais leves e refrescantes, vem o de abacaxi e o de tangerina", continua.


2. Hidrata
"Por ser feito com frutas e água, ele serve como fonte de hidratação, já que fornece os nutrientes necessários ao organismo para hidratar e repõe um pouco da água perdida no calor", explica Amanda.

3. Em alta no sabor, em baixa na balança
Sorvete ou picolé? A dúvida entre escolher um suculento sorvete cremoso e um picolé é comum. A nutricionista explica que não é preciso substituir um pelo outro radicalmente, mas que sem dúvidas, o picolé é mais recomendado para quem não quer terminar o verão com uns quilinhos extras. "No verão é sempre melhor ingerir alimentos mais leves, não só por estética, mas pela saúde também. O picolé é mais leve e nem por isso menos saboroso", explica Amanda.

O picolé é uma ótima opção de sobremesa leve e refrescante. Por serem feitos com água, os sorvetes de frutas são mais magros e podem até servir de alternativa para o lanchinho da tarde, para consumi-los nos intervalos das refeições.




do blog: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/10731-Seis-motivos-para-incluir-o-picole-em-seu-cardapio-neste-verao.htm

Cardápios Especiais



Fim de ano também é hora de confraternização, de ir a um restaurante bacana. Isso não é motivo de tortura, ou de boicote a sua dieta, é? Podemos escolher lugares que respeitam nossas escolhas e oferecem opções alternativas, menos calóricas, sem necessariamente ficar na saladinha sem-graça de alface com frango grelhado sem gosto.  Para isso, passei a observar melhor o cardápio dos restaurantes: um frango ou um peixe diferente, perguntar ao garçon como é preparado o molho, se pode ser substitído, perguntar se a batata do acompanhamento pode ser assada ao invés de frita, dispensar couverts e croutouns, dividir a porção com alguém (mesmo que o prato seja individual, sem vergonha do que o garçon vai pensar) são formas simples de monitorar o ambiente a nosso favor. Não há necessidade de deixar de sair, de deixar de estar com as pessoas, ou de ser chata com aquele discurso 'não como porque estou de dieta'... (e ataca a geladeira quando ninguém está vendo).

Esta semana estive em um restaurante, conhecido por suas suculentas carnes, e fiz esse exercício acima. Para minha surpresa, descobri pratos deliciosos de peixe (e ollha que não sou muito chegada a frutos do mar). Pratos que a porção não é muito grande, cabe bem na pontuação da dieta. Fiquei tão feliz com isso, que resolvi postar aqui, deixar registrado, vai que alguém lê! Descobri que o site do restaurante oferece um cardápio especial, para pessoas com restrições alimentares (vários tipos, colesterol, glúten, caloria, sódio, etc) e que seus atendentes já estão mais do que acostumados com pedidos otimizados... tranquilo, sem constrangimento.

Parabéns aos administradores pela iniciativa!

O cardápio pode ser baixado em:

Não perca o rebolado


Nem tudo deu certo no ano que passou? Aproveite, então, para ajustar o foco dos seus planos desde já. Comece o ano com o pé direito, deixando a vida fluir – e entendendo que os erros, tanto quanto os acertos, fazem parte dela

Quando o ano acaba, vem uma sensação de alívio. Ufa, mais uma etapa foi cumprida! Mas bate a ansiedade do que está por vir. O que me espera? Pesa-se o que deu e o que não deu certo. Lembra-se do que ainda não se conquistou... É fato. Embora cada dia seja precioso, é nessa virada que refletimos melhor sobre o sentido da vida – quando nos propomos à quebra da rotina, à pausa no trabalho, à viagem para ver família e amigos, ao descanso. Também vem à tona a sensação de finitude. “Cada ano é um a menos de vida e um a mais vivido. Isso nos remete a todas as nossas metas e ao limite da existência”, diz o psicólogo Carlos Alberto de Oliveira Carvalho. No dia da virada, porém, o peso dos planos que saíram meio tortos – ou nem saíram – e das situações chatas é sublimado pelas boas expectativas. Já dizia o poeta Mário Quintana: “Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano / Vive uma louca chamada Esperança”. À meia-noite de 31 de dezembro, o mundo é tomado por beijos e abraços. Deseja-se felicidade, paz e saúde. Como se controlássemos a vida, pensamos que tudo vai dar certo. E esquecemos que os “erros” fazem parte do enredo de 365 dias – um após o outro. Grande engano. “Quando planejamos algo, devemos estar receptivos aos sinais da sincronicidade, prestando atenção no que sentimos e no que acontece ao nosso redor para conseguirmos identificar as oportunidades que surgem”, lembra a psicóloga Regina Nanô. Trocando em miúdos, é preciso deixar-se embalar pela vida, adequando-se ao seu ritmo, a cada instante. Porque as surpresas vêm. E se você (ainda) não sabe, a vida é feita delas.

Buscando novos sentidos Quando a vida toma um novo – e inesperado – rumo, temos duas opções: bater com a cabeça na parede e perguntar “por que comigo?” ou encarar a situação de frente e dar sentido a ela. Ninguém está livre do perrengue. Quando tudo são flores, férias e festas, a vida chega de mansinho e... zupt!, puxa seu tapete. Foi mais ou menos o que aconteceu com um amigo publicitário carioca. Depois de um período de férias, ele voltou para trabalhar em outubro e, para sua surpresa, foi demitido no primeiro dia de volta. “Levei um susto, passei dois dias baqueado. Mas quando percebi que isso era fruto da minha insatisfação, relaxei e comecei a me preocupar com o que vinha sonhando nos últimos meses ou, talvez, anos”, conta Ricardo. Em vez de sair por aí procurando outro emprego, inscreveu-se nos cursos de roteiro, poesia e fotografia que sempre quis fazer e começou a escrever um romance. “Cada situação pede para que se pense no que é preciso mudar em si para atender à demanda externa. É como se regenerar”, diz Regina. Ricardo tem a vantagem de conseguir se sustentar até o começo do ano sem salário fixo: além de morar só, tem bens materiais e a família por perto. Mas isso tudo, somado à vontade de remanejar a vida profissional, falou mais alto que o senso comum do “fracasso” por estar desempregado.

Futuro distante

Quando não nos prendemos ao passado, insistimos em projetar felicidade, bemestar e conquistas profissionais a um futuro beeem distante. E o chavão “ano novo, vida nova” deixa a desejar, já que a vida está sempre aquém do que se quer. Não agimos assim à toa. Desde bebês, somos constantemente influenciados por um rol de convicções sociais e perspectivas lançadas por pais, amigos, colegas da escola, faculdade e trabalho. Claro que não é fácil romper com esses valores e crenças. Mas avaliar o que motiva de fato a celebração de um novo ano pode ser um meio de dar um baile na mesmice perigosa que ronda nossas vidas. “Todo recomeço exige um olhar interno para o que quero e acredito, o que gero dentro e fora de mim e quem decide sobre minha vida”, diz Regina. Enxergar as próprias metas não significa necessariamente entrar num embate social, mas ter ética humana.


Nós, mutantes

A vida está onde pulsa. E nem sempre esse pulsar está onde prevíamos ou imaginávamos. Resultados no trabalho, planos do casamento, roteiros de viagens... Tudo se transforma ao mesmo tempo que nós, humanos. Uma amiga disse: “Aceite o fluxo. Hoje você pode ser rio, amanhã fundir-se ao mar e, depois, virar chuva”. É bem por aí. Ninguém se dá conta do que é e de como é até que passe pela situação. E somos testados em cada (aparente) vão momento. Cabe a nós percebermos e abraçarmos as oportunidades que aparecem – mesmo que muitas vezes elas estejam fora daquele esquema que programamos. “É no agora que recebemos inspiração e é vivendo neste exato momento, plenos de atenção, que abrimos a porta para começar uma vida nova”, afirma a psicóloga Regina. Não quer dizer que precisemos abandonar planos e dar respostas imediatas às propostas que surgem. Mas, sim, que é preciso pensar no que se quer de verdade, sentir-se mobilizado por isso e aceitar o que está por vir, seja ele bom ou ruim.

Saber compartilhar

Ao contrário, compreender-se humano e finito quando se está mergulhado no dia a dia é um desafio. No entanto, perder-se na multidão implica perder a si mesmo – e o sentido de viver. Por sorte, a convivência das festas de Ano Novo incita essa percepção. Por meio do encontro, nós nos reconhecemos vivos uns nos outros. Não se trata de assumir uma causa por amigos e conhecidos, mas de estar disponível para dedicar-se a pessoas ou lugares com os quais não se tem um relacionamento íntimo. Doar-se, mas sem perder o senso crítico. Se a vida surpreende, nós podemos nos surpreender ainda mais com o que somos capazes de fazer para vivê-la bem. A partir de agora.


Editado do texto de Débora Didonê (Revista Vida Simples, edição 87)
"Tudo é uma questão de manter
A mente quieta, a espinha ereta

E o coração tranquilo"

Walter Franco
Perseverança

Nesta semana, fiquei no zero a zero! Mas estou feliz! Fiz a avaliação da semana, vi onde errei, e os abusinhos que cometi. Fiquei no lucro. Apesar da balança nem ter se mexido com minha presença, estou começando a colher outros pequenos frutos, como assistir e conhecer o sucesso de pessoas que estão no grupo, e passam pelas mesmas dificuldades, mesmo desânimos... e conseguem. E chegam lá.

Sem querer ou sem conhecer, você acaba sendo parte de uma parte especial da vida daquelas pessoas, e elas da sua. Questões íntimas que são colocadas ali, mas são escondidas dos parentes mais próximos. Curioso, isso, mas funciona.

Desta vez, ao invés de ficar triste porque não perdi peso, fiquei feliz porque não ganhei...
É tem mudanças que são radicais.  Fiquei feliz porque comprei uma calça jeans um número menor que o anterior!

Sei o que posso fazer diferente na semana que vem: maior monitoramento, anotações no caderninho bonitinho e cheio de adesivos da moranguinho, e algum exercício físico, levinho que seja.

Falta pouco para minha meta de 10%, e eu vou chegar lá!
Eu sei que posso!